Em um cenário de guerra comercial e demanda aquecida, preços contam mais do que palavras

Por Maíra Laskoski 

Em um sinal que pode preocupar ainda mais alguns comerciantes de trigo dos EUA, em julho, o Brasil comprou trigo russo pela primeira vez em oito anos. 

Quanto a China, diante da guerra comercial com os EUA, é provável que o país asiático compre mais grãos e sementes oleaginosas do Mar Negro e da América do Sul. O México tem comprado muito trigo russo, que tende a continuar com os preços atraentes em comparação ao trigo dos EUA. 

Pressionados pela guerra comercial, os preços do trigo recuaram em Chicago. Na terça-feira (10/07), o trigo soft fechou em queda de 3,59% para o contrato de jul/18. O trigo hard desvalorizou 2,22% para o contrato de set/18. 

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